segunda-feira, 24 de junho de 2013

Maresia Paulista 2013 - 1ª Etapa

quarta-feira, 19 de junho de 2013

John John Florence: 10 Point Air - Oakley Pro Bali

OAKLEY PRO BALI

Oakley Pro Bali
Medina não alivia

Gabriel Medina passa por Willian Cardoso no 
Oakley
 Pro Bali 2013 que acontece em Keramas. Foto: © ASP / Kirstin.
Nesta quarta-feira foram realizadas as baterias da segunda fase do Oakley Pro Bali em Keramas, Indonésia, com Gabriel Medina e Miguel Pupo avançando para a terceira fase.

Gabriel Medina e Willian Cardoso chegaram a entrar na água pela quinta bateria, mas as disputas foram suspensas com a maré seca no meio da manhã.

Eles voltaram ao mar algumas horas depois, com ondas em torno de 1,5 metros, e Medina adaptou-se melhor às condições, deixando de lado as manobras progressivas para se concentrar num surf mais convencional, nem por isso menos power. Com um ataque bem vertical no olho das direitas, Medina foi mais feliz e passou com duas notas altas: 9:47 e 8.33, enquanto Willian somou apenas 8.77 nas duas melhores ondas.

Taj Burrow pega os tubos e elimina Bruce Irons. Foto: © ASP / Kirstin.
Depois de Willian, foi a vez de Raoni Monteiro dar adeus à prova, eliminado pelo aussie Julian Wilson. Ainda pouco à vontade no mar por conta de uma recente contusão nas costas e que o afastou da etapa de Fiji, o carioca viu o rival ser bem sucedido num áereo logo no início do confronto, o que acabou determinando sua derrota por 8.87 e 6.83 contra 6.90 e 5.87.

Alejo Muniz também não passou diante de Kai Otton, com ondas 7.57 e 7.33 contra 5.00 e 3.17 do surfista de Bombinhas. Precisando de 9.90 e faltando 5 minutos para o encerramento da bateria, um lance bizarro acabou com as chances do brasileiro. 

Lutador como sempre, ele projetou a prancha de encontro ao lip com muita velocidade para uma forte batida, logo na primeira seção da onda, quando a prancha simplesmente partiu ao meio com o impacto. A partir daí, ele não teve mais tempo para se recuperar na bateria.

Na última bateria do dia, Miguel Pupo começou perdendo contra o aussie Bede Durbidge. Mas, com bastante personalidade, "entrou" na bateria na segunda onda, quando tirou 8.17 e ficou precisando de apenas 1.93 para inverter a situação. 

Em seguida, ele tirou 4,60 e deixou o australiano dependendo de uma onda 6.35. O veterano quase chegou lá, mas os juízes deram apenas 6.27. Assim, Miguel avançou raspando, por conta daquela segunda nota fraca. Placar final, 12.77 a 12.70.

Nas três primeiras baterias houve a recuperação dos favoritos que caíram na primeira fase, com vitórias de Kelly Slater (EUA), Taj Burrow (Aus) e Joel Parkinson (Aus).

Na primeira disputa do dia, Kelly Slater voltou a apresentar seu surf e não deu a menor chance ao jovem Jack Robinson, aplicando um score de 18.17 (9.00 e 9.17) contra somente 3.43 do rival. Em seguida, Taj Burrow não precisou se esforçar muito para superar o convidado Bruce Irons: 13.50 a 3.14. 

O campeão mundial Joel Parkinson, com bons tubos, também aproveitou bem a chance de seguir no evento, eliminando o local Oney Anwar, que chegou a dar um belo aéreo. Em outra batalha marcada por aéreos, Josh Ker superou Dusty Payne em um confronto equilibrado.

Se não foi tão brilhante como na primeira fase, quando teve duas ondas excelentes (9.80 e 9.57) e nem assim passou a bateria, o havaiano Sebastian Zietz desta vez não teve John Florence pela frente e superou o aussie Kieren Perrow com notas 9.00 e 6.23 contra 5.83 e 5.77 do veterano.

Uma nova chamada acontece nesta quarta-feira às 19 horas (horário de Brasília), com a finalização da segunda fase. Confira mais detalhes em nossas próximas atualizações.

Segunda fase do Oakley Pro Bali

1 Kelly Slater (EUA) 18.17 x Jack Robinson (Aus) 3.43
2 Taj Burrow (Aus) 13.50 x Bruce Irons (Haw) 3.14
3 Joel Parkinson (Aus) 16.10 x Oney Anwar (Ind) 14.03
4 Josh Kerr (Aus) 13.00 x Dusty Payne (Haw) 11.00
5 Gabriel Medina (Bra) 17.80 x Willian Cardoso (Bra) 8.77
6 Sebastian Zietz (Haw) 15.23 x Kieren Perrow (Aus) 11.60
7 Julian Wilson (Aus) 15.70 x Raoni Monteiro (Bra) 12.77
8 Adrian Buchan (Aus) 17.13 x Adam Melling (Aus) 10.44
9 Kai Otton (Aus) 14.90 x Alejo Muniz (Bra) 8.17
10 Miguel Pupo (Bra) 12.77 x Bede Durbidge (Aus) 12.70 

Baterias pendentes

11 Travis Logie (Afr) x Brett Simpson (EUA) 
12 Kolohe Andino (EUA) X Matt Wilkinson (Aus) 

terça-feira, 18 de junho de 2013

Final Day Highlights - 2013 Maui And Sons Arica Pro By Sony

OAKLEY PRO BALI

Oakley Pro Bali
Filipe e Adriano avançam




Adriano de Souza está classificado para a terceira fase do Oakley Pro Bali 2013 em Keramas, Indonésia. Foto: © ASP / Kirstin.
Nesta terça-feira teve início a primeira fase do Oakley Pro Bali 2013 nas ondas em torno de 1,5 metros de Keramas, Indonésia. 

Entre os brasileiros, destaque para Filipe Toledo e Adriano de Souza, que passaram em primeiro lugar em suas baterias e avançaram para a terceira fase. 

Por outro lado, Willian Cardoso, Raoni Monteiro, Gabriel Medina, Alejo Muniz e Miguel Pupo foram derrotados e estão na repescagem.

Os grandes destaques do primeiro dia de prova foram os havaianos John Florence, com nota 10 num alley-oop sensacional e um 9.87 num tubaço, além de Sebastian Zietz, derrotado justamente por John John.

Filipe Toledo quebra tudo por cima para avançar no Oakley Pro Bali. Foto: © ASP / Kirstin.
Por incrível que pareça, Zietz acabou sendo empurrado para a repescagem em combinação, com a inacreditável soma de 19.37, pontuação suficiente para avançar em qualquer outro confronto. Nesta mesma bateria, a última do dia, Miguel Pupo não achou as ondas e somou apenas 13.60.

Campeão da última etapa em Fiji, Kelly Slater não repetiu a atuação extraordinária da semana passada e ficou em segundo lugar no confronto vencido por outro surfista da Flórida (EUA), Damien Hobgood.

Atual campeão mundial, o aussie Joel Parkinson, também não teve grande performance, sendo barrado pelo havaiano Fred Patacchia. 

Uma nova chamada acontece nesta terça-feira às 19 horas (horário de Brasília). Confira mais detalhes em nossas próximas atualizações.

Primeira fase do Oakley Pro Bali 2013

1 Adriano de Souza (Bra) 12.93, Bede Durbidge (Aus) 12.17, Dusty Payne (Haw) 8.60
2 Fredrick Patacchia (Haw) 12.67, Joel Parkinson (Aus) 12.00, 3 Travis Logie (Afr) 0,00
3 Yadin Nicol (Aus) 14.56, Kolohe Andino (EUA) 12.93, Taj Burrow (Aus) 12.63
4 Jordy Smith (Afr), Matt Wilkinson (Aus) 15.46, Oney Anwar (Ind) 11.93
5 Mick Fanning (Aus) 14.56, Brett Simpson (EUA) 6.83, Bruce Irons (Haw) 5.50
6 Damien Hobgood (EUA)14.10, Kelly Slater (EUA) 12.00, Jack Robinson (Aus) 5.83
7 Nat Young (EUA) 17.03, Willian Cardoso (Bra) 13,90, Kai Otton (Aus) 13.40
8 Filipe Toledo (Bra) 16,07, Kieren Perrow (Aus) 15.50, Josh Kerr (Aus) 11.67
9 CJ Hobgood (EUA) 16.43, Adrian Buchan (Aus) 15.17, Raoni Monteiro (Bra) 8.17
10 Michel Bourez (Tah) 17.30, Adam Melling (Aus)14,10, Gabriel Medina (Bra) 12.93
11Jeremy Flores (Fra) 16.94, Julian Wilson (Aus) 16.77, Alejo Muniz (Bra) 13.90
12 John Florence (Haw) 19.87, Sebastian Zietz (Haw) 19.37, Miguel Pupo (Bra) 13.60

quarta-feira, 12 de junho de 2013

SLATER SHOW

Volcom Fiji Pro
Slater leva mais uma


Com atuação sensacional, Kelly Slater vence em Fiji pela quarta vez na carreira. Foto: © ASP / Robertson.
Num duelo envolvendo dois surfistas regulares, melhor para Kelly Slater contra Mick Fanning na final do Volcom Fiji Pro, encerrado na bancada de Cloudbreak com ondas em torno de 2,5 metros.

Com um show de tubos, prevaleceu o talento do maior surfista de todos os tempos, quarta vitória dele em Fiji. Com o resultado, Slater levou US$ 75 mil, enquanto o vice-campeão embolsou US$ 30 mil.

Mick Fanning abriu com 9.20 e Slater respondeu com 5.67.
Em seguida, precisando de 3.54, Slater pega dois tubos e escapa da placa com direito a "claiming": 8.83.

Mick Fanning, precisando de 5.30, deu um pancadão, posicionou para o tubo, mas morreu lá dentro. Logo depois, outra bela onda, mas ele ficou muito deep, não conseguiu sair
Kelly Slater: quem é capaz de encarar este "garoto" de 41 anos? Foto: © ASP / Kirstin.
e ainda quebrou a prancha.

Slater, que não tinha nada a ver com o problema do adversário, entrou e saiu das profundidades tubulares de Cloudbreak para fazer um 9.80, deixando Fanning em situação delicada, ou seja, precisando de 9.44 para ficar com o título.

Fanning fez um 6.67 com um tubo sem muita expressão, meio travado na parede e, na saída da onda, aproveitou para trocar de prancha pela segunda vez. Mas, definitivamente não era dia do australiano.

No final, para esculachar de vez, Slater encaixou sua quadriquilha no trilho para tirar a terceira nota 10 do dia, deixando Fanning em combinação, 19.81 para escapar da derrota. Mas, não teve jeito. Placar final, 19.80 a 15.87 para Kelly Slater, o novo líder do circuito mundial.

"O que eu posso dizer? Que dia... Dedico a vitória ao meu irmão Bruce, que acabou de ter um filho", disse um emocionado Slater à imprensa oficial da prova.

Nas semifinais, Kelly Slater passou pelo havaiano John Florence. O 11 vezes campeão do mundo encerrou a participação do talento da nova geração com um 9.40 e um 8.77.

Florence, que vinha de uma sequência de vitórias incontestáveis, não repetiu as grandes atuações e teve 8.17 e 5.83, encerrando a prova em terceiro lugar.

Nas quartas, Slater deu o maior show do campeonato, com dois 10 para despachar o havaiano Sebastian Zietz, encabulado, com apenas 4,10 em duas ondas.

Na outra semi, duelo empolgante entre um goofy, CJ Hobgood, e um regular, Mick Fanning, dois campeões mundiais. Melhor para o backside de Fanning, que virou o resultado com um 9.07 e 8.00 contra um 8.70 e 8.00 para ir à final, com o surfista da Flórida amargando o terceiro lugar na prova.



Mick Fanning cava na base de uma belíssima onda em Cloudbreak. Depois de quebrar a prancha, australiano não se recupera na bateria e fica com o vice-campeonato. Foto: Kirstin / ASP.
Resultado do Volcom Fiji Pro 2013

1 Kelly Slater (EUA)
2 Mick Fanning (Aus)
3 C.J. Hobgood (EUA)
3 John Florence (Haw)
5 Jordy Smith (Afr)
5 Sebastian Zietz (Haw)
5 Josh Kerr (Aus)
5 Joel Parkinson (Aus)
13 Heitor Alves (Bra)
13 Miguel Pupo (Bra)
25 Adriano de Souza (Bra)
25 Gabriel Medina (Bra)
25 Filipe Toledo (Bra)
25 Alejo Muniz (Bra)

Top 22 do World Tour depois de quatro etapas

Mick Fanning e Kelly Slater comemoram no pódio. Foto: © ASP / Kirstin.
1 Kelly Slater (EUA), 26950
2 Mick Fanning (Aus), 26200
3 Jordy Smith (Afr), 23450
4 Taj Burrow (Aus), 19700
5 Adriano de Souza (Bra), 19000
6 Nat Young (EUA), 17500
7 Joel Parkinson (Aus), 16700
8 CJ Hobgood (EUA), 14000
9 Sebastian Zietz (Haw), 13900
10 Josh Kerr (Aus), 12700
11 Filipe Toledo (Bra), 12650
12 Jeremy Flores (Fra), 11500
12 Michel Bourez (Tah), 11500
14 Gabriel Medina (Bra), 10500
15 Julian Wilson (Aus), 10450
15 Kai Otton (Aus), 10450
17 Adrian Buchan (Aus), 10200
18 John Florence (Haw), 9250
19 Bede Durbidge (Aus), 9200
20 Travis Logie (Afr) 8000
20 Kolohe Andino (EUA) 8000
20 Brett Simpson (EUA) 8000
23 Matt Wilkinson (Aus) 7950
24 Willian Cardoso (Bra) 5700 *
25 Glenn Hall (Irl) 5500 *
25 Raoni Monteiro (Bra) 5500 *
28 Damien Hobgood (EUA) 4500 *
28 Miguel Pupo (Bra) 4500 *
28 Alejo Muniz (Bra) 4500 *



Miguel Pupo e Heitor Alves foram os brasileiros mais bem colocados na prova, terminando a etapa em 13o lugar. Adriano de Souza, que chegou líder ao arquipélago de Fiji, caiu para a quinta posição no ranking da ASP. Filipe Toledo, em 11o, é o melhor brasileiro depois de Adriano.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Adriano de Souza treina em Keramas

Volcom Fiji Pro

Volcom Fiji Pro
Brasileiros dão adeus


Miguel Pupo cai diante de Jeremy Flores e está fora do Volcom Fiji Pro 2013 em Cloudbreak. Foto: © ASP / Kirstin.
Nesta terça-feira foram completadas três fases do Volcom Fiji Pro nas perfeitas ondas de Cloudbreak, Tavarua, com um verdadeiro show de tubos nas ondas de até 3 metros.

Depois de boas performances nas duas últimas etapas do circuito mundial, com uma vitória e um vice-campeonato de Adriano de Souza, desta vez os brasileiros não tiveram vida fácil e estão todos fora das finais.

Por outro lado, com um show de notas 10 e muitos high scores, John John Florence, Jordy Smith, Kelly Slater, Sebastian Zietz, C.J. Hobgood, Josh Kerr, Joel Parkinson e Mick Fanning estão nas quartas-de-final e brigam pelo título, provavelmente nesta quarta-feira, dependendo da condição do mar.

O paulista Miguel Pupo foi o primeiro a entrar no mar contra o francês Jeremy Flores, numa bateria que só pegou fogo nos
John Florence desafia a natureza. Foto: © ASP / Kirstin.
últimos dez minutos, quando as séries ficaram mais constantes na bancada. Porém, Miguel não foi muito feliz e amargou a derrota por um score de 14.00 a 10.50.


Na bateria de número 7 foi a vez de o cearense Heitor Alves se despedir com uma derrota para o aussie Mick Fanning. Sem repetir a grande atuação da primeira fase, Heitor foi derrotado por 11.66 a 5.67, encerrando a participação dos brasileiros, uma vez que Adriano de Souza, Gabriel Medina, Alejo Muniz e Filipe Toledo foram eliminados na segunda fase.

Confira mais detalhes em nossas próximas atualizações.

Terceira fase do Volcom Fiji Pro 

1 Taj Burrow (Aus) 18.10 x Fredrick Patacchia (Haw) 12.33
2 John Florence (Haw) 16.10 x Damien Hobgood (EUA) 16.06
3 Jordy Smith (Afr) 18.30 x Kieren Perrow (Aus) 14.70
4 Jeremy Flores (Fra) 14.00 x Miguel Pupo (Bra) 10,50
5 Sebastian Zietz (Haw) 11.60 x Kai Otton (Aus) 10.73
6 Kelly Slater (EUA) 13.87 x Mitchel Coleborn (Aus) 11.03
7 Mick Fanning (Aus) 11.66 x Heitor Alves (Bra) 5.67
8 C.J. Hobgood (EUA) 9,67 x Travis Logie (Afr) 7.87
9 Josh Kerr (Aus) 10.76 x Brett Simpson (EUA) 6.13
10 Kolohe Andino (EUA) 9,00 x Julian Wilson (Aus) 6,00
11 Nat Young (EUA) 15.67 x Matt Wilkinson (Aus) 12.93
12 Joel Parkinson (Aus) 18.20 x Yadin Nicol (Aus) 14.40

Quarta fase

1 John John Florence (Haw) 17.43, Jordy Smith (Afr) 15.43, Taj Burrow (Aus) 12.33
2 Kelly Slater (EUA) 19,30, Sebastian Zietz (Haw) 15.16, Jeremy Flores (Fra) 13.30
3 CJ Hobgood (EUA) 12.07, Josh Kerr (Aus) 11.83, Mick Fanning (Aus) 9,77
4 Joel Parkinson (Aus) 18.14, Kolohe Andino (EUA) 15.07, Nat Young (EUA) 8,07

Quinta fase

1 Jordy Smith (Afr) 14.50 x Jeremy Flores (Fra) 14.43
2 Sebastian Zietz (Haw) 15.97 x Taj Burrow (Aus) 15.23
3 Josh Kerr (Aus) 18.76 x Nat Young (EUA) 7,83
4 Mick Fanning (Aus) 19.53 x Kolohe Andino (EUA) 14.34

Quartas de final

1 John John Florence (Haw) x Jordy Smith (Afr)
2 Kelly Slater (EUA) x Sebastian Zietz (Haw)
3 C.J. Hobgood (EUA) x Josh Kerr (Aus) 
4 Joel Parkinson (Aus) x Mick Fanning (Aus) 


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Free Surf- June 6 2013 DAKINE ISA World Junior Surfing Championship

OAKLEY PRO JUNIOR

Oakley Pro Junior
Victor Bernardo é campeão
Por Redação Waves em 09/06/13 15:00 GMT-03:00

Victor Bernardo é o campeão com uma grande performance nas finais do Oakley Pr Junior. Foto: Basílio Ruy.

Pódio do Oakley Pro Junior 2013, Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Basílio Ruy.
O guarujaense Victor Bernardo conquistou o título do Oakley Pro Junior 2013 com grande atuação neste domingo na praia de Itamambuca, Ubatuba (SP).

Em ondas de até 1 metro e formação regular, o atleta somou 16.60 na final contra Caio Ibelli, sendo a melhor nota, um 8.93, marcada faltando 20 segundos para o término da bateria.

"É muita felicidade vencer este campeonato. Agora sou campeão brasileiro", comemorou Victor Bernardo quase sem palavras após essa final eletrizante.

Seu oponente muito bem durante toda a prova, mas na última disputa do Oakley Pro Junior 2013, Caio marcou 6.33 e 7.00, somando 13.33 para ficar com a segunda posição.

A primeira bateria do dia envolveu os paulistas Edgar Groggia e Lucas Santos nas quartas de final. Groggia marcou 7.50 e 6.83 logo no início para somar 14.33 e liderar o confronto.

Lucas Santos tentou reagir, mas marcou apenas 5.50 e 6.20, finalizando a bateria com 11.80 na segunda colocação.

Numa disputa alucinante, Victor Bernardo e Samuel Igo se enfrentaram na segunda bateria das quartas.

Victor começou muito bem ao marcar 9.00 em sua primeira onda. Samuel Igo chegou a liderar o confronto ao somar 12.94, mas o rival descolou 8.43 na sétima onda para somar 17.43 e avançar às semifinais.

Em seguida, o catarinense Gustavo Ramos venceu o paulista Pedro Miguel, quando nenhum dos atletas conseguiu superar algo acima de 6.60, nota de Gustavo Ramos. O catarinense ficou com um descarte de 6.17 e somou 12.77 contra 11.04.

Em mais um grande duelo, os colegas de equipe Oakley, Caio Ibelli e Matheus Navarro, fizeram a última bateria das quartas de final.

Matheus surfou uma boa direita para levar 6.83. Ibelli reagiu com uma ótima onda de duas manobras e marcou 8.33. Matheus aplicou um aéreo reverese, marcou 7.83 e passou a liderar a bateria.

Em uma onda de com uma sequência de manobras com bastante força, Caio Ibelli marcou 8.13 para somar 16.96. Navarro ficou com 14.66 e terminou na segunda colocação.

Na primeira semifinal, houve a disputa entre os guarujaenses Edgar Groggia e Victor Bernardo, que começou a bateria aplicando um lay back e marcando 6.93. Depois, Bernardo faz um aéreo double grab muito alto e marcou 9.77, uma das maiores notas do Oakley Pro Junior 2013, atingindo 16.70 para vencer a disputa.

Edgar não teve muita sorte na escolha de ondas, marcou 7.27 em sua melhor atuação e ficou com o somatório de 11.20.

Os atletas Oakley Caio Ibelli e Gustavo Ramos voltaram ao mar para a última disputa das semis. As condições do mar pioram por conta do vento, o que impediu pontuações muito altas.

Gustavo Ramos não conseguiu se achar e marcou 5.97 em sua melhor nota para somar 10.97. Ibelli, um dos favoritos ao título desde o início da disputa, emplacou duas notas parecidas, 6.60 e 6.20, somando 12.80 e avançando à final.

Resultado do Oakley Pro Junior 2013

1 Caio Ibelli (SP)
2 Victor Bernardo (SP)
3 Edgar Groggia (SP)
3 Gustavo Ramos (SC) 
5 Lucas Santos (SP) 
5 Samuel Igo (PB) 
5 Pedro Miguel (SP)
5 Matheus Navarro (SC)


segunda-feira, 20 de maio de 2013

WCT-BRASIL

Mineirinho Assume WCT


Billabong Rio Pro
Mineiro é vice; líder do tour


Jordy Smith vence Billabong Rio Pro 2013. Foto: © ASP / Smorigo.
Adriano de Souza fica com o vice na Barra da Tijuca (RJ) e assume liderança do WCT. Foto: © ASP / Smorigo.
O paulista Adriano de Souza foi o vice-campeão do Billabong Rio Pro, etapa brasileira do WCT finalizada neste domingo, na Barra da Tijuca (RJ).


Em ondas de meio a 1 metro e formação regular, Mineirinho perdeu para o sul-africano Jordy Smith na final. Em confronto repleto de aéreos, Jordy levou a melhor com 8.50 e 9.30, contra 7.87 e 8.47 de Adriano.  

Pela vitória, Jordy embolsa US$ 100 mil e soma 10 mil pontos no ranking da elite mundial, enquanto o brazuca fatura US$ 40 mil e descola 8 mil pontos no WCT 2013.

"Esta vitória é inacreditável. É um sonho que se torna realidade. Eu sabia que venceria uma etapa do WCT, mas tive que provar a mim mesmo que poderia fazer isso fora da África do Sul. Obrigado à galera e a Adriano. Ele estava quebrando durante todo o evento. Obrigado a todos da minha família e amigos pelo incrível suporte", comemora Jordy, que até então só havia vencido em Jeffrey's Bay, África do Sul.
Antes de derrotar Adriano, ele passou por Filipe Toledo nas quartas e por Mick Fanning na semi. "Sabia que seria duro. Estava muito nervoso na primeira bateria, contra Filipe. Por sorte passei aquela e procurei esperar pelas melhores ondas contra Mick. Quando o swell perdeu força, contra Adriano, ele foi às alturas e sabia que eu teria de fazer o mesmo, mas tive sorte de conseguir duas notas", conclui Jordy.
Feliz com o resultado e com a liderança do ranking, Adriano de Souza elogiou Jordy pela vitória. "Fiz o meu melhor lá fora e agradeço ao crowd por ficar 100% torcendo por mim. Obrigado a Jordy. Ele me venceu na decisão do início ao fim. Estou muito feliz por estar aqui representando o Brasil. Jordy era o melhor lá fora hoje e parabéns a ele", declara Adriano.
Slater freguês O último dia do Billabong Rio Pro teve muitos momentos dramáticos no Postinho. Nas quartas-de-final, Adriano de Souza manteve a freguesia do 11 vezes campeão mundial Kelly Slater, que não o derrota desde o duelo que marcou a décima conquista do norte-americano, em 2010, em bateria válida pelas quartas-de-final em Middles, Porto Rico.

Mineirinho colocou pressão no outside e disparou na liderança com notas 8.50 e 6.83, deixando Slater bastante nervoso.

O norte-americano tentou reagir com um pequeno tubo para a esquerda e outro bem melhor para a direita, mas suas notas 4.80 e 7.50 não prejudicaram a soberania do brasileiro. 

"Achei que havia muito mais ondas do que acabou tendo e não me adaptei durante a bateria. Adriano fez o certo e isso fez toda a diferença. Perder nas quartas não foi o pior resultado - é melhor do que fui no ano passado. Foi uma longa espera por essa janela e se eu tivesse esperado por todo o evento e perdesse ontem, teria ficado chateado. Levarei esse quinto e pensarei em Fiji".
Prioridade polêmica Em seguida, Gabriel Medina e o australiano Adrian Buchan protagonizaram um dos momentos mais polêmicos da competição.

Buchan estava bem na bateria, com 8.00 e 6.93 nas melhores ondas, mas Medina roubou a cena ao passar por dentro de um tubo e decolar muito alto de frontside, arrancando 10 dos juízes. O brasileiro tomou a liderança com uma direita atacada com batidas no crítico que renderam 6.43 pontos.

Uma esquerda apareceu no outside e Buchan remou com tudo em busca da virada. Medina também dropou, já que Buchan havia acabado de surfar outra onda e a prioridade parecia ser do brasileiro.

A placa de sinalização chegou a indicar a prioridade a favor do australiano, o que criou uma situação tensa. Apesar das reclamações, os juízes não aplicaram nenhuma interferência, deixando Buchan irritado.

Depois do confronto, o diretor de prova Luke Egan, o tour manager Renato Hickel, o head judge Richie Porta e os dois atletas fizeram uma reunião. Se Medina e Buchan entrassem em consenso de que a placa estava vermelha e houve erro da comissão técnica, a bateria seria reiniciada. Porém, o brasileiro alegou ter visto a placa amarela.

"O Ace disse que viu a placa vermelha e o Gabriel falou que estava amarela. O direito da prioridade era de Gabriel, conforme o próprio Ace falou. Houve uma confusão na hora de mudar a placa. Se o Gabriel tivesse surfado a onda sabendo que a prioridade era do Ace e admitisse isso, colocaríamos a bateria novamente a na água, mas não foi o que aconteceu", revela Renato Hickel.

terça-feira, 7 de maio de 2013


Billabong Rio Pro
Previsão de boas ondas



Adriano de Souza é atração brasileira no Billabong Pro 2013. Foto: Bruno Lemos / Liquid Eye.
As previsões indicam boas ondas para iniciar o Billabong Rio Pro logo no primeiro dia do prazo da etapa brasileira do WCT, que começa na quarta-feira e vai até 19 de maio no Rio de Janeiro. Todas as estrelas do ASP World Tour, que reúne os melhores surfistas do mundo, se apresentam na rodada inicial, formada por 12 baterias com três competidores cada.

Os vencedores avançam direto para a terceira fase e os perdedores têm uma segunda chance de classificação na repescagem. O palco principal do terceiro desafio da corrida pelo título mundial da temporada é nas ondas do Postinho, Barra da Tijuca, com a praia do Arpoador também ficando preparada para sediar a competição se as ondas estiverem melhores.


Billabong Pro começa na Barra da Tijuca nesta quarta-feira. Foto: Bruno Lemos / Liquid Eye.
A primeira chamada para a abertura do Billabong Rio Pro está marcada para às 7 horas na enorme arena instalada no Postinho, com mais de 2 mil metros quadrados de área utilizada nas areias da Barra da Tijuca para receber os grandes astros do surfe mundial.


Uma das novidades é que cada um dos 36 participantes terá armário particular em um vestiário da área dos atletas. A estrutura ainda abriga a torre da comissão técnica e dos juízes, além das cabines da transmissão ao vivo pela internet em inglês e português, centro de imprensa e área vip para convidados.  

A expectativa é grande para a participação do "Brazilian Storm", como é chamado o grupo de brasileiros da nova geração que vem se destacando no Circuito Mundial. Um deles foi escalado para abrir o Billabong Rio Pro 2013, o catarinense Alejo Muniz, que vai competir na primeira bateria do campeonato, contra o australiano Josh Kerr e o norte-americano Patrick Gudauskas. 

Na segunda, tem Adriano de Souza que está na briga direta pela ponta do ranking na etapa brasileira do WCT. Na quarta entra Filipe Toledo com o bicampeão mundial Mick Fanning. E na quinta, outro paulista, Miguel Pupo, com o defensor do título, Joel Parkinson, que no ano passado foi vice-campeão na final com o havaiano John John Florence nos tubos do Postinho.

Os três mais jovens brasileiros desta lista, falaram sobre o que esperam do Billabong Rio Pro esse ano. "No ano retrasado também entrei na primeira bateria e não fui bem. No ano passado, mesmo machucado consegui ficar em quinto lugar, só perdi nas quartas de final, então quero tentar fazer melhor ainda", disse Alejo Muniz.

"Meu pai está aqui comigo dessa vez, estamos juntos com o Miguel (Pupo) e o pai dele (Wagner Pupo), que está sendo legal pra trocar experiências. Também tem swell (ondulação) vindo, então acho que o campeonato pode ser muito legal para nós brasileiros".

Miguel Pupo não competiu nas duas etapas da Austrália porque estava contundido no tornozelo, então vai estrear na temporada 2013 do ASP World Tour no Billabong Rio Pro.

"É sempre bom estar em casa e pra mim começar o ano em casa é melhor ainda. Estou aqui no Rio com meu pai (Wagner Pupo), que é meu treinador, junto também com o Alejo (Muniz) e o pai dele, a gente se dá superbem, então agora é esperar o campeonato começar porque estou totalmente recuperado da contusão já", disse Miguel Pupo, que vai estrear junto com o atual campeão mundial Joel Parkinson.

Antes dele, o ubatubense Filipe Toledo, enfrenta outra grande estrela do esporte, Mick Fanning, que já tem dois títulos mundiais no currículo. Filipe é um dos estreantes na elite dos Top 34 do ASP Tour, mas já mostrou os seus aéreos e a grande variedade de manobras modernas do seu repertório nas duas primeiras etapas que disputou na Austrália. Em Bells Beach, barrou até o campeão mundial C. J. Hobgood, além do fenômeno Gabriel Medina, outro expoente do "Brazilian Storm" no WCT.

"Para mim é tudo novidade. É o meu primeiro ano no ASP Tour, minha primeira vez competindo no WCT aqui no Rio de Janeiro e cada campeonato é uma experiência", disse Filipe Toledo, que completou 18 anos de idade no mês de abril. "Estou bem tranquilo, confiante e acho que aqui é um bom lugar para eu me dar bem. É no Brasil, em uma onda que estou acostumado a surfar, então espero que dê tudo certo, que eu consiga achar boas ondas nas baterias para mostrar o meu surfe".

Além de Mineirinho, Alejo, Miguel e Filipe, outros cinco brasileiros participam do Billabong Rio Pro. Gabriel Medina e o carioca Raoni Monteiro são mais integrantes da divisão de elite atual com presença garantida em todo o circuito.

O cearense Messias Félix é o convidado da organização da etapa brasileira do WCT, pelo título de melhor surfista do país que conquistou no circuito nacional do ano passado. O campeão estadual do Rio de Janeiro, Gustavo Fernandes, também ganhou uma vaga dos tops que estão contundidos e tiveram que cancelar suas participações no Rio de Janeiro.

E o último nome para completar o grupo dos 36 participantes sairá de uma bateria especial a ser disputada antes do início da rodada inicial do Billabong Rio Pro. O catarinense Willian Cardoso, que substituiu muito bem o contundido Miguel Pupo nas etapas da Austrália, inclusive derrotando Kelly Slater em Bells Beach, é a novidade desta triagem.

Ele vai disputar a última vaga com um surfista a ser indicado pela Billabong e dois cariocas, Jerônimo Vargas representando a Associação de Surf da Barra da Tijuca e Simão Romão pelo Arpoador Surf Club.

Adriano de Souza treina no Rio

sexta-feira, 3 de maio de 2013


Quiksilver Saquarema Prime
Itaúna reúne as feras


Coca-Cola Quiksilver retorna à praia Itaúna nesta temporada. Foto: Daniel Smorigo / ASP South America.
O Brasil é a capital mundial do surfe neste mês de maio, mais precisamente o Rio de Janeiro, que sedia dois eventos dos circuitos mais importantes do calendário do ASP World Tour.

A primeira parada dos melhores surfistas do mundo é a etapa brasileira do WCT na capital carioca, com o Billabong Rio Pro nos dias 8 a 19 na Barra da Tijuca. Em seguida, acontece o Coca-Cola apresenta o Quiksilver Saquarema Prime de 21 a 26 de maio na praia de Itaúna, o "Maracanã do Surf" da Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

O limite de 96 participantes para a segunda etapa do ASP World Prime 2013 já está esgotado. Surfistas de 17 países estão confirmados para a disputa dos 6.500 pontos no ASP World Ranking, o ranking mundial unificado que classifica dez atletas para a elite dos Top 34 do WCT.

Do grupo atual que vai participar do Billabong Rio Pro, metade fica no Brasil para competir em uma das melhores ondas do país. Entre eles, todo o time verde-amarelo formado por Adriano de Souza, Gabriel Medina, Alejo Muniz, Miguel Pupo, Raoni Monteiro, Filipe Toledo e Willian Cardoso.

"Acredito ser muito importante a participação da Quiksilver mais uma vez nesta etapa de nível Prime, dando maiores chances aos brasileiros de conquistarem mais pontos no ranking de classificação para o WCT no maior palco de surfe no Brasil, que é a praia de Itaúna", destaca Piu Pereira, gerente de marketing da Quiksilver no Brasil.

O Coca-Cola apresenta Quiksilver Saquarema Prime é uma realização da Adding Sports, com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro - Lei de Incentivo ao Esporte, Peugeot e Prefeitura Municipal de Saquarema, apoio da Concessionária Peugeot Montreal, Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) e Associação Brasileira de Surf Profissional (ABRASP).

O evento homologado pela ASP South America como segunda etapa do ASP Prime 2013 será transmitido ao vivo na internet.

Nos dois últimos anos, as ondas bombaram na praia de Itaúna e os australianos passaram a dominar o pódio em Saquarema. Em 2011, as fases decisivas tiveram até que ser adiadas, pois as condições do mar ficaram extremamente perigosas.

O carioca que há muitos anos mora na cidade, Raoni Monteiro, chegou perto do título, mas o campeão foi Kai Otton. Em 2012, também rolaram altas ondas e Otton foi finalista novamente, só que Matt Wilkinson impediu o bi para vencer a decisão australiana no Maracanã do surfe brasileiro.

Até então, os brasileiros estavam invictos neste evento que marcou o retorno de Saquarema ao calendário mundial da ASP. Especialmente os catarinenses, com Neco Padaratz vencendo a primeira edição em 2009 e Willian Cardoso ganhando a de 2010. Willian, aliás, é um dos 31 brasileiros que enfrenta os 65 estrangeiros no Coca-Cola apresenta Quiksilver Saquarema Prime 2013.

A maioria dos participantes é da Austrália e dos Estados Unidos, as grandes potências do esporte. Ambos terão 16 concorrentes ao título, com os australianos capitaneados pelo cabeça de chave número 3, Adrian Buchan, e os norte-americanos pelo número 4, Damien Hobgood. O número 1 é Adriano de Souza e o 2 o também paulista Gabriel Medina. 

Depois, o maior pelotão é do Hawaii, com dez surfistas, seguido pela França com seis, África do Sul com quatro e Espanha com três. Outros dez países têm um representante cada na lista dos 96 participantes do Coca-Cola apresenta Quiksilver Saquarema Prime: Portugal, Alemanha, Tahiti, Irlanda, Marrocos, Nova Zelândia, Porto Rico, Peru, Ilhas Canárias e Ilha Guadalupe.

Depois do Quiksilver Saquarema Prime, que distribui US$ 250 mil de premiação e 6.500 pontos, tem mais quatro provas no continente agendadas pelo escritório regional da ASP na América do Sul para fechar o ranking sul-americano de 2013. 

As próximas são no mês de junho, o Ilo Moquegua Pro Piedras Negras que estreia nos dias 10 a 15 no Peru e o Maui and Sons Arica World Star de 17 a 22 no Chile. As duas etapas oferecem US$ 55 mil de prêmio e têm nível 3 estrelas, valendo 750 pontos como a da Argentina. As duas últimas do ano serão no Brasil. Em agosto, dias 26 a 28, tem o Surf Eco Festival nível 2 estrelas, de US$ 30 mil e 500 pontos em Salvador, na Bahia. E está prevista mais uma etapa do ASP Prime para a data de 21 a 27 de outubro a ser confirmada em Santa Catarina. 

ASP World Ranking depois de 9 etapas (2 do WCT + 1 Prime + 6 Star) 

1 Taj Burrow (Aus) - 12.080 pontos
2 Mick Fanning (Aus) - 12.016
3 Joel Parkinson (Aus) - 11.880
4 Adriano de Souza (Bra) - 11.843
5 Julian Wilson (Aus) - 11.505
6 Josh Kerr (Aus) - 10.325
7 Kelly Slater (EUA) - 10.000
8 Nat Young (EUA) - 9.086
9 Adrian Buchan (Aus) - 8.475
10 Dusty Payne (Haw) - 7.238 - 1.o do G-10
11 Jordy Smith (Afr) - 7.200
12 Willian Cardoso (Bra) - 7.160
13 Michel Bourez (Tah) - 6.500
14 Matt Wilkinson (Aus) - 6.443
14 Filipe Toledo (Bra) - 6.443
16 Bede Durbidge (Aus) - 6.166
17 Adam Melling (Aus) - 6.050
18 Kai Otton (Aus) - 5.960
19 Alejo Muniz (Bra) - 5.603  
20 Brett Simpson (EUA) - 4.780
21 Travis Logie (Afr) - 4.700
22 C. J. Hobgood (EUA) - 4.677
23 Raoni Monteiro (Bra) - 4.650
24 Jay Thompson (Aus) - 4.433- 3.o do G-10
25 Dion Atkinson (Aus) - 4.276 - 4.o do G-10
26 Jeremy Flores (Fra) - 4.000
27 Aritz Aranburu (Esp) - 3.680 - 5.o do G-10
28 Jonathan Gonzalez (Cas) - 3.676 - 6.o do G-10
29 Kolohe Andino (EUA) - 3.494 - 7.o do G-10
30 Jay Quinn (Nzl) - 3.480 - 8.o do G-10
31 Granger Larsen (Haw) - 3.406 - 9.o do G-10
32 Mitchel Coleborn (Aus) - 3.166 - 10.o do G-10
36 Caio Ibelli (Bra) - 2.653 pontos
37 Jadson André (Bra) - 2.650
53 Jean da Silva (Bra) - 1.300
56 Bino Lopes (Bra) - 1.203
57 Marco Fernandez (Bra) - 1.201
58 Wiggolly Dantas (Bra) - 1.180
63 Peterson Crisanto (Bra) - 1.128
64 Matheus Navarro (Bra) - 1.126
66 Jessé Mendes (Bra) - 1.114
79 Heitor Alves (Bra) - 968
81 Alex Ribeiro (Bra) - 943
82 Leandro Usuña (Arg) - 936
85 Tomas Hermes (Bra) - 893
86 Messias Felix (Bra) - 887
88 Ricardo dos Santos (Bra) - 855
89 Santiago Muniz (Arg) - 854
102 Jihad Khodr (Bra) - 750